Pensando e Rabiscando


O Homem que não vendeu sua alma

     

      Dia desses revi "O Homem que não vendeu sua alma", um filme bastante conhecido sobre a vida de Thomas More. Fiél aos princípios do catolicismo, em 1529 é escolhido chanceler da Inglaterra e nega-se a apoiar o desejo do monarca de se divorciar de Catarina de Aragão, a fim de poder se casar com Ana Bolena. Três anos depois é demitido por não concordar com a subordinação do clero ao monarca inglês. O filme é um belo exemplo de um homem que manteve-se fiél a Deus e que não traiu a sua consciência. Com base nas mentiras de um tal Richard Rich, Thomas More é processado e condenado à morte.

      Vale lembrar que Henrique VIII não tolerava que nenhuma de suas aspirações fosse negada. Movido por interesses pessoais, executava todos aqueles que frustravam seus desejos.

      Henrique VIII teve seis esposas. Casou-se com Catarina de Aragão, filha dos reis espanhóis Fernando e Isabel de Castela. Durante o longo período de matrimônio, mais de vinte anos, tiveram uma filha. Depois de várias tentativas de gerar um herdeiro do sexo masculino, apaixona-se por Ana Bolena. O Papa lhe negou o divórcio e ainda não divorciado, Henrique VIII casou-se com Ana Bolena, secretamente, e nasce a futura rainha Elizabeth.

      Depois de perder seu bebê, um menino, Ana também não escapou da ira do rei. Ele decide que seu segundo casamento também não é válido, alegando que fora seduzido por bruxaria. Thomas Cromwell, conselheiro do rei organizava seus espiões para coletar provas falsas de traição por parte de Ana.

      Presa, Ana Bolena é julgada por adultério, e condenada. O mesmo Cromwell, principal ministro de Henrique distribuia subornos para persuadir o Parlamento a apoiar o divórcio do rei. O Parlamento aprovou leis que rompiam os laços entre a Igreja da Inglaterra e a de Roma.

     

      Filme: O Homem que não vendeu sua alma ( 1966)  (117 minutos)

      Direção: Fred Zinnemann

      Atores: Paul Scofield (T. More), Robert Shaw (HenriqueVIII), Orson Welles, Vanessa Redgrave

     -Baseado na peça teatral de Robert Bolt, encenada em Londres, em 1960

     -Premiado com 6 Oscars em 1967: melhor filme, melhor diretor, melhor ator, melhor fotografia, melhor roteiro, melhores figurinos

       " O filme retrata um momento que é um divisor de águas na história da Inglaterra: a ruptura com o Vaticano. A causa - ou o pretexto - é o desejo de Henrique VIII de se divorciar de Catarina de Aragão ( filha do rei da Espanha) para se casar com Ana Bolena, dama de honra da Rainha. "O Homem que não vendeu sua alma" é o chanceler e filósofo Thomas More ( ou Morus) que entra em confronto com o Rei. A excepcional cenografia reproduz com esmero a Inglaterra do século XVI" ( Set-guia especial-1995-pag.98)

     



Escrito por José luiz às 16h40
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Por quê ?

      Por que será que uns guardam, e outros esperdiçam ? que uns não saem da sua renda, e outros a excedem ? que uns abusam do crédito, e outros só o tentam seguros dos seus meios ? que uns só se entregam a negócios regulares, e outros se expõem a temeridades ? que uns não admitem senão transações limpas, e outros escrupulizam com as duvidosas ? que uns não olham à honestidade nos lucros, e outros recusem os lucros desonestos ?

                                                                                                                                Rui Barbosa



Escrito por José luiz às 20h01
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Tartarugas podem voar

     

     " Tartarugas podem voar " é um filme que retrata a trágica situação dos moradores de uma aldeia curda no Iraque, na fronteira entre o Irã e a Turquia, poucos dias antes da invasão norte-americana.

       O cineasta curdo-iraniano, Bahman Ghobadi, coloca em foco, de maneira nua e crua, a realidade desoladora e cruel dos refugiados curdos iraquianos, vitimados pela ditadura de Saddam Hussein.

       Os curdos não possuem um território e atualmente estão espalhados entre Turquia, Irã, Iraque e Síria. Durante o século XX sofreram fortes repressões, em conseqüência das constantes lutas por autonomia.

       A Turquia reprimiu violentamente qualquer forma de independência desse povo, que eram classificados "os turcos da montanha". Qualquer tentativa de autonomia era vetada, impedindo essa população de falar o próprio idioma. Tal fato se arrasta desde 1.920 até os dias atuais.

       No Iraque, os curdos também não escaparam das opressões, onde foram vítimas de armas químicas. O PKK - Partidos dos Trabalhadores do Curdistão - é uma organização de esquerda radical, cujos menbros praticam o terrorismo.

       Mas são as crianças, algumas delas com seus corpos mutilados, desarmando minas para vender e lutando pela sobrevivência, as principais protagonistas reais desta trama triste, chocante e reveladora.     



Escrito por José luiz às 18h05
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Equívoco

      Gostaria de fazer uma correção a respeito do meu texto anterior onde, utilizei a palavra "hacker" erroneamente.  Na mídia e popularmente, essa palavra é utilizada para designar criminosos virtuais.  Mas, pesquisando no google vi que o verdadeiro significado da palavra é: Aquele que utiliza todo o seu conhecimento para melhorar software de forma legal.  Nada tem a ver com programadores maliciosos. Conforme explicação do site Wikipédia.

      Peço desculpas pelo equívoco.



Escrito por José luiz às 17h08
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Sem Vestígios

      Sem Vestígios é um filme onde, Jennifer Marsh uma agente do FBI, investiga um perito em internet, que exibe em seu website assassinatos cruéis por ele cometido.  A vida das vítimas está nas mãos dos internautas, isto é, quanto mais acessado é seu website, mais depressa a vítima morre.

      Assim como no filme, muitos malfeitores utilizam a internet como uma ferramenta para exibir suas habilidades virtuais, sejam elas para obter algumas vantagens como, roubar senhas de banco e realizar grandes furtos, ou até mesmo difamar e denigrir pessoas.

      A exemplo deste fato, estava conversando com a minha sobrinha e ela relatou-me um caso ocorrido em seu colégio onde, o ex-namorado de uma aluna colocou na internet fotos maldosas a fim de, denegrir a imagem da jovem. Pelo fato de ela ser neta de um dos sócios de uma importante faculdade de Direito, o caso ganhou notoriedade, fazendo com que o sujeito realizasse diversos trabalhos entre eles, doações de cestas básicas.

      Esses dias ouvi o relato de um advogado e, segundo ele, quando esses hackers são liberados e voltam a viver em sociedade, sua integração no mercado de trabalho é bem mais fácil do que a de uma pessoa que cometeu um crime fora das telas de um computador.

      Os primeiros passos para a punição destes criminosos já foram dados mas, ainda caminham lentamente.

      Enquanto isso, a impunidade ainda serve de estímulo a essas mentes malévolas, que atuam da forma que querem, deixando vítimas e armadilhas e tentando aniquilar todos os vestígios.



Escrito por José luiz às 20h08
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Ipê-Amarelo

       ( autor desconhecido )



Escrito por José luiz às 20h53
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      Uma das finalistas do Prêmio Vivaleitura 2008, a ex catadora de papel Vanilda de Jesus Pereira, 45 anos, é responsável por um acervo de 22 mil livros de uma Biblioteca da favela de Paquetá, em Belo Horizonte (MG).

      Vanilda é filha de analfabetos, ela mesma só estudou até a 6a série . Aos 14 anos já trabalhava de babá para uma família. A patroa a demitiu após ver que ela lia um livro sem autorização.

      Não fosse isso, talvez a vida de Vanilda não se transformasse. Acabou comprando o livro A Escrava Isaura, porque precisava saber como terminava a história.

      Mais tarde, começou a ajudar crianças da região com o dever de casa e as doações de livros foram chegando em sua casa.

      Hoje, no galpão onde funciona a Biblioteca ainda são dadas aulas de reforço escolar e para preparação para o vestibular, tudo com a ajuda de voluntários e empresas da região.

      Da ex-patroa não guarda rancor algum e a vida, para mostrar como é sábia, fez da neta da mulher uma das voluntárias da biblioteca.

      Quantas vidas Vanilda não mudou nestes 20 anos ? Quantas vidas tocamos ao longo da vida e de alguma forma, transformarmos? Quantas pessoas os tocaram e nos mudaram para sempre?

      A ex-catadora diz que está fazendo a sua parte e deixa uma frase que martelou minha cabeça : "Se  a gente for esperar pelo outro, as coisas não acontecem".

      Seja gentil hoje, mesmo que o outro não seja. E se puder me fazer um agrado, doe um livro: para uma biblioteca comunitária, para a primeira pessoa que encontrar, para um amigo. "Esqueça" um livro em algum lugar, com um bilhetinho. E imagine quantas vidas mudaremos se esse livro nunca parar numa estante.

      Texto extraido da coluna Gentileza Gera Gentileza do jornal Cruzeiro do Sul

      http://www.jcruzeiro.com.br/



Escrito por José luiz às 20h19
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Uma noiva inconveniente

                            Porque o partido tentou derrubar o ministro da Saúde - e porque ele não caiu

      A tentativa de fritura do ministro da Saúde , José Gomes Temporão, por seu próprio partido deu uma boa idéia do crescente atrevimento do PMDB.

      Grande vencedora das eleições municipais e maior integrante da base governista, a legenda mostrou que é "uma noiva cara, assanhada, insaciável e dada a chiliques", nas palavras de Eliane Cantanhêde, da Folha de S. Paulo. Tudo começou quando Temporão criticou a "corrupção" e a "baixa qualidade" da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), órgão do ministério que entre outras coisas cuida da saúde dos indígenas.

      As críticas de Temporão são adequadas, diga-se. A Funasa foi alvo de 157 auditorias e 83 sindicâncias em 2007. Este ano já passou por 149 verificações de irregularidades e 41 inquéritos. Em relação ao restante da população ela recebe quatro vezes mais dinheiro per capita para cuidar dos índios. Mas tem os piores resultados: a taxa de mortalidade entre crianças de até 5 anos no Brasil é de 5%: nas aldeias, 3,5%.

      A bancada peemedebista na Câmara, porém, que indicou o presidente da Funasa (Danilo Forte), irritou-se com as constatações do ministro e quis derrubá-lo. Na verdade o partido nunca aceitou que Temporão fosse contabilizado na sua cota de participação no governo, pois se trata de uma escolha do presidente Lula providencialmente apadrinhada pelo governador fluminense, Sérgio Cabral. Soma-se aí a tentativa de Temporão de interferir num tradicional feudo do partido- A Funasa - e pronto: a chapa esquentou.

      Lula garantiu seu pupilo no cargo. "Não sai. É meu ministro, afirmou. O PMDB recuou, temendo o olho grande do PT sobre a pasta. Depois de uma reunião entre Temporão e caciques do partido, o antes firibundo líder do PMDB na Câmara, Henrique Alves, saiu falando em "grande ministro" e entendimento sobre a Funasa.

      Mas que entendimento é possível "quando se fala de corrupção e interferência"? perguntou Dora Kramer, de O Estado de S. Paulo. Para ela Temporão "se nivelou por baixo" e "ficou no prejuízo". Para o PMDB não poderia haver solução mais satisfatória. Não conseguiu se livrar de Temporão, mas pôde assistir com deleite à autodestruição de uma boa imagem de homem público que a partir de agora passa a integrar de corpo e alma os estatutos daquela gafie... quer dizer, agremiação partidária".

      Fonte: Revista da Semana

      http://revistadasemana.abril.com.br/

     



Escrito por José luiz às 19h17
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Paladinos da liberdade

     

      Em seu livro intitulado " Capitalismo e Escravidão", o historiador britânico Eric Willams defende que os capitalistas estimularam a escravidão nas Ìndias Ocidentais; depois a destruíram. 

      No capítulo Os "Santos" e a Escravidão, o presente ensaio leva em conta o importante papel do humanitarismo na destruição do sistema escravista nas plantações inglesas do século 19.

      Os chamados humanitaristas formavam os grupos de panfletários, políticos, membros do Parlamento que tornaram público perante a sociedade inglesa da época a desumanidade e a injustiça da escravidão.

      Esses homens- apesar de alguns interesses comerciais que os envolveram nesta empreitada- lutaram pela liberdade dos escravos e sofreram perseguição e morte na luta pela abolição gradual da escravidão de seu tempo.

      Avançando para o século 20, encontramos biografias de homens dotados de espírito humanitário, que lutaram de corpo e alma por uma causa.

      Gandhi foi um desses espíritos humanitáristas que, com seu ideário de não-violência sonhava com uma Índia mais fraterna e investiu seus esforços em favor da descolonização da Ásia.

      Martin Luther King, discípulo de Gandhi, lutou nos tribunais e promoveu passeatas pacíficas contra a segregação racial nos EUA. Foi um lutador incansável, portador de um humanitarismo exemplar e nobre sentimento de justiça.

      Gorbachev, filho da burocracia do PC implementou reformas "a partir de cima", cujas mudanças respigaram no leste europeu dominado por Moscou. Contribuiu para o desmantelamento do aparelho militar soviético. Suas reformas políticas recuperaram os direitos políticos, econômicos e sociais dos soviéticos, opromidos durante o longo período de ditadura stalinista. Além disso, tolerava eleições diretas nas repúblicas, admitiu greves e o sol da liberdade foi aos poucos nascendo sobre os soviéticos. Embora Gorbachev fosse totalmente diferente dos humanitaristas citados anteriormente.

      Yeltsin tornou-se o primeiro Presidente da Rússia em 1991. Apesar do fracasso dos seus planos no campo da economia que trouxeram graves problemas sociais, lutou com coragem contra a volta do domínio do PC. Naquele ano, Yeltsin subiu em cima de um tanque e ergeu o punho num gesto de desafio contra os soviéticos que haviam planejado um golpe para derrubá-lo do poder.

      Um gesto parecido se deu dois anos antes na China, quando um jovem chinês parou em frente a uma fileira de tanques de guerra no meio da avenida de Pequim, durante protestos de manifestantes contra os abusos do PC chinês e da caótica situação econômica que a China atravessava.

      A liberdade foi negada em todos os tempos para muitos povos. Em nome dela alguns países saíram de uma ditadura e entraram em outra, às vezes com o propósito de acelerar certas mudanças ou mesmo a fim de causar grandes rupturas. Em nome dela muitos não preferiram a atitude de passividade e sedimentaram os caminhos que mudaram os rumos da história, onde a luta pela liberdade, igualdade e direitos tornou-se uma batalha de todos e de cada um dia após dia.



Escrito por José luiz às 16h07
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A vitória de Kassab

      Achei mesmo merecida a vitória de Gilberto Kassab( DEM) em São Paulo. Depois de um segundo turno polêmico, onde sua adversária tentou ligá-lo a Maluf e Pita, questionando também o seu estado civil, Kassab apesar de algumas medidas polêmicas em sua administração, teve méritos e convenceu o eleitorado paulistano, mostrando um discurso equilibrado e dando sinais de ser um bom administrador.

      Passando essa imagem para a população, foi possível a vitória. Além do equilíbrio e dessa boa imagem, Kassab contou com a ajuda de um bom Marketing eleitoral.

      O eleitorado mostra-se exigente, querendo substituir propostas mirabolantes por compromissos. Dessa forma, fica claro que não basta apenas um bom marketing, ou um bom discurso, o eleitorado quer mais, pois enxerga o compromisso político como um dever dos candidatos. Já que a população trabalha e paga impostos quer ter um retorno do poder público.

      Infelizmente, nessas e nas outras eleições, ficou claro os desprpósitos das alianças políticas, cuja a finalidade é o loteamento da máquina pública.

      Tal fato ficou evidente desde o passado político do país até os dias de hoje, onde políticos compram corpos, mentes e corações. Por  esses motivos, o povo tem razão de desconfiar de seus governantes, já que muitos destes tentam beneficiar-se do poder. Haja visto o passado de políticos, que para ganhar a eleição, colocavam-se acima do bem e do mal, resultando em planos econômicos mal-sucedidos, maracutaias e corrupções.

      Apesar de termos um sistema político sujo e que exige reformas, existem figuras que destacam-se como Kassab, que conseguiu passar credibilidade e agora tem sua responsabilidade dobrada, para continuar a boa administração que vem realizando, segundo enxerga a maioria dos paulistanos.



Escrito por José luiz às 22h11
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Que Bom, as eleições terminaram!

      O Brasil é um dos poucos países que têm uma história eleitoral tão rica.

      O que é lamentável é que a importância das eleições se contrastam com a pobreza e com a falta de conteúdo dos candidatos, que se colocam na condição de representantes do povo.

      Os aliados de ontem tornaram-se os inimigos de hoje. Tudo compreensível na dinâmica política, onde o oportunismo político dos políticos profissionais sem nenhum escrúpulo, fazem de tudo para abocanhar uma secretaria nas prefeituras de suas respectivas cidades.

      Os que esperavam um segundo turno ( nas cidades onde eles houveram) com mais discussões de idéias e mais propostas concretas, na verdade assistiram os prefeitáveis fazendo as mesmas promessas de eleições passadas, apresentando as soluções para os mesmos problemas de sempre, acompanhados dos velhos figurões da banda podre da velha política nacional.

      Esperamos que, depois de eleitos as diversas promessas feitas pelos candidatos não se tornem mais uma vez apenas palavras ao vento.

     



Escrito por José luiz às 15h41
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Obama e sua mensagem de mudança

     

      A corrida à Casa Branca ganha um novo contorno. O Partido Democrata têm como candidato um homem cujo perfil se traduz na popularidade e na preferência de cidadãos ao redor do mundo.

      O senador democrata Barack Obama, traz consigo uma mensagem de mudança no histórico legado dos Estados Unidos de subordinar o mundo aos seus interesses.

      O candidato democrata à Casa Branca disse que, se eleito, vai retirar as tropas americanas do Iraque. Parece também estar disposto a construir um canal de diálogo com a América Latina, estabelecendo uma relação mais diplomatica com o Continente, pois estaria aberto ao diálogo com os chamados "inimigos históricos dos Estados Unidos".

      Estaria se configurando uma nova política externa dos Estados Unidos com Obama no poder? O que muda?

      O jornal inglês Financial Times disse que o Conselho para Relações Exteriores vê como necessária a reformulação da política dos Estados Unidos na região ( A. Latina). O jornal mostra que a maior estabilidade financeira da região e ligações comerciais com a Europa e a Àsia, fizeram com que os Estados Unidos perdessem terreno na região. 

      A ascenção de novas potências como China, India e União Européia sinalizam para um período de transição no cenário mundial? 

     



Escrito por José luiz às 21h50
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Estados fumam impostos sobre tabaco

      Fui por esses dias a uma locadora de vídeos e aluguei o filme Obrigado por fumar.

      O filme basicamente fala de um lobista que ganha a vida defendendo através da manipulação a industria tabagista.

      A mensagem central do filme é a capacidade da linguagem no processo de comunicação no qual se quer levar alguém a aceitar sem o uso da força uma idéia.

      Eliminar a publicidade e impor fortes cargas à industria são as melhores formas de reduzir o consumo, recomenda a (OMS)

      leia maishttp://www.tierramerica.info/nota.php?lang=port&idnews=2815

 



Escrito por José luiz às 20h24
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O Caminho das Nuvens

      "Mais miserável do que os miseráveis é a sociedade que não acaba com a miséria"

       Estas foram as palavras pronunciadas por Ulysses Guimarães no seu discurso de posse como presidente da Assembléia Nacional Constituinte.

       Esta referida miséria que faz parte da vida de milhões de famílias deste Brasil é bem retratada no filme O Caminho das Nuvens.

       O filme conta a história de Romão (Wagner Moura), um caminhoneiro desempregado que junto com sua mulher Rose (Cláudia Abreu) e seus cinco filhos, partem dos grotões do Nordeste e percorrem 3.200 Km de bicicleta até o Rio de Janeiro em busca do almejado sonho de Romão: um emprego de "mil real".

       É uma história bonita e emocionante, com um elenco que dispensa comentários. O caminho das nuvens mostra os diferentes brasis dentro do Brasil. É um filme que tem a cara de uma parte do povo que compartilha alegrias, ilusões, esperança e uma heróica luta pela sobrevivência e por uma vida mais digna. Aliás, dignidade esta que continua a ser espoliada pela miséria moral de alguns de nossos representantes.

     

       



Escrito por José luiz às 09h33
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Feliz Natal

     

      Véspera de Natal, 1914. O diretor Christian Carion conta neste filme a verdadeira história da trégua de Natal declarada pelas tropas escocesas, francesas e alemãs nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial. Os inimigos deixam suas armas por uma noite, se juntam em fraternidade e esquecem as brutalidades da guerra.

      Naquela noite gélida o céu é iluminado pelos fogos de artifícios. Os alemães começam a cantar músicas de Natal. A música tocou às pessoas no front. O verdadeiro Espírito de Natal é vivenciado. Naquele momento não há lugar para o ódio e nem para a ganância. É a capacidade humana de manifestar seu lado bom e humano mesmo em um campo de batalha.

      Feliz Natal é um excelente filme!

     



Escrito por José luiz às 15h20
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